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Criança de 11 anos morre após tiroteio no Engenho Velho da Federação

Confronto ocorreu na madrugada desta sexta-feira (1°)  |   Ilustrativa | PMBA

Uma criança de 11 anos morreu após ser atingida por disparos de arma de fogo durante um confronto registrado na madrugada desta sexta-feira (1º), no bairro do Engenho Velho da Federação, em Salvador.

De acordo com informações preliminares, a ocorrência teve início quando guarnições da Polícia Militar realizavam incursões na localidade conhecida como Baixa da Égua e flagraram um grupo suspeito de envolvimento com tráfico de drogas e porte ilegal de armas. Ainda segundo os relatos iniciais, os suspeitos teriam efetuado disparos contra os policiais, que reagiram, dando início ao tiroteio.

Durante o confronto, um homem identificado pelo apelido de “Mavi”, apontado como liderança criminosa na região da Lajinha, foi baleado. Ele chegou a ser socorrido e levado para o Hospital Geral do Estado (HGE), mas não resistiu aos ferimentos.

Pouco depois, outra equipe policial foi informada sobre a entrada de uma criança de 11 anos na mesma unidade hospitalar, atingida por tiros na mão esquerda e no tórax. Apesar do atendimento médico, o menino não resistiu.

Uma mulher, identificada como tia da vítima, também ficou ferida no braço e segue internada. Segundo relato dela, ambos estavam dentro de casa quando suspeitos armados invadiram o imóvel e acabaram cercados por policiais. Ainda conforme a versão apresentada, os criminosos teriam atirado contra as guarnições, que revidaram, e, durante o confronto, os dois foram atingidos.

Informações iniciais apontam que o disparo que atingiu a criança pode ter sido feito pelo próprio suspeito morto, na tentativa de escapar do cerco policial. No entanto, as circunstâncias do caso ainda serão apuradas pelas autoridades.

A Polícia Militar da Bahia foi procurada para comentar oficialmente a ocorrência, mas até o momento não se pronunciou. O caso deve ser investigado para esclarecer a dinâmica dos fatos e a responsabilidade pelos disparos que resultaram na morte da criança. Fonte: Bocão