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Suspeito de matar PM havia deixado a prisão há apenas 10 dias

Soldado Samuel Novais da Silva Crédito: Reprodução/ Redes sociais

Um dos envolvidos na morte do soldado Samuel Novais da Silva, ocorrida na noite desta quarta-feira (15) no Engenho Velho de Brotas, estava em liberdade por decisão judicial há pouco mais de uma semana. O suspeito, identificado como Denilson Oliveira Pires Santos, havia sido preso em flagrante no dia 3 de abril, mas foi solto apenas 48 horas depois.

A ação policial que resultou na morte do soldado Novais desencadeou uma série de confrontos na região. Ao todo, três suspeitos foram localizados pelas guarnições da PM:

  • Denilson Oliveira Pires Santos: Ferido em confronto, segue custodiado sob atendimento médico. Possui histórico criminal recente, incluindo uma prisão por receptação de celular roubado no início deste mês.
  • João Gabriel Dias da Paixão: Morreu após trocar tiros com o Batalhão Gêmeos (BPRFC).
  • Jailton Mendes Ribeiro: Localizado em uma segunda incursão pela 26ª CIPM, também entrou em confronto e não resistiu aos ferimentos.

Juntos, os suspeitos acumulavam seis passagens pela polícia entre 2024 e 2026, com registros de roubo, furto, receptação e lesão corporal. No local, a polícia apreendeu um arsenal composto por uma submetralhadora, uma pistola, um revólver, munições e entorpecentes.

O soldado Samuel Novais da Silva, de 32 anos, era lotado na 26ª CIPM. Ele realizava patrulhamento na localidade de Manguinhos quando foi baleado na perna. Apesar de socorrido ao Hospital Geral do Estado (HGE), ele acabou falecendo.

Este foi o segundo policial morto em serviço em Salvador no mesmo dia. Pela manhã, o investigador da Polícia Civil Adailton Oliveira Rocha, de 55 anos, foi assassinado com um tiro na cabeça durante o cumprimento de um mandado no bairro de Tancredo Neves. Fonte: Correio 24hrs