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EUA alertam cidadãos em Israel: “Elaborem seus próprios planos de segurança”

Ilustrativa / FreePik

Em meio à severa escalada militar entre Israel e Irã, a Embaixada dos Estados Unidos emitiu um comunicado oficial nesta terça-feira (3) informando que não tem condições de realizar evacuações ou prestar assistência direta para a saída de seus cidadãos. A recomendação é clara: os norte-americanos devem ser responsáveis pelas suas próprias estratégias de evacuação e segurança.

A representação diplomática ressaltou que as informações compartilhadas têm caráter informativo e não são recomendações formais. Confira as opções mencionadas:

  • Fronteira com o Egito (Taba): O Ministério do Turismo de Israel disponibilizou ônibus para a passagem de Taba desde o dia 2 de março. É necessário registro prévio via formulário governamental.
  • Fronteira com a Jordânia (Yitzhak Rabin): Interessados podem seguir de ônibus até Eilat e completar o trajeto até a fronteira por conta própria (geralmente via táxi).
  • Aviso Importante: A embaixada declarou que não garante a segurança desses trajetos e não pode endossar ou desaconselhar o uso dos transportes organizados pelas autoridades locais.

Enquanto a tensão diplomática cresce, o cenário humanitário no Irã se agrava. O Crescente Vermelho iraniano atualizou o balanço de vítimas para 787 mortos no quarto dia de confrontos diretos envolvendo Israel, Irã e EUA.

Bombardeios em Teerã: Novos ataques atingiram a capital iraniana nas últimas horas; o número de mortos deve subir à medida que os escombros são vasculhados.

Ataque a Escola: Entre as vítimas fatais, confirmou-se a morte de 165 pessoas em um bombardeio a uma escola feminina. Funerais coletivos foram realizados hoje.

Estopim: O conflito intensificou-se no último sábado (28), após ataques que resultaram na morte do líder supremo Ali Khamenei e de cúpulas militares.

Desde a morte de sua liderança, o Irã tem promovido retaliações contínuas contra alvos israelenses e bases norte-americanas no Oriente Médio, consolidando um estado de guerra regional. Fonte: Bnews