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Bahia impõe barra alta para vender joias da base e exige propostas astronômicas

Bahia blinda joias da base e faz exigência para vendê-las – Foto: Catarina Brandão/EC Bahia

Mesmo com o orçamento pressionado pelos gastos em contratações e queda nas receitas em 2026, o Esporte Clube Bahia definiu uma postura irredutível para o mercado: suas principais promessas da base só saem por ofertas fora da curva. Respaldada pelo suporte e visibilidade do Grupo City, a diretoria rejeita vendas prematuras a preços baixos, preferindo segurar os atletas a correr o risco de ver jovens talentos se valorizarem no futebol europeu sem o devido retorno ao Tricolor.

Critérios e estratégias para a base tricolor:

  • Multas bilionárias para as joias: Atletas como Ruan Pablo, Dell e Kauê Furquim lideram a lista dos principais ativos e possuem multas para o exterior cotadas entre R$ 600 milhões e R$ 1,2 bilhão. Nomes como David Martins, Roger Gabriel, Fredi, Sidney, Jonathan Marinho e Lyan também seguem protegidos sob esse sarrafo elevado.
  • Rede do Grupo City como trunfo: O Bahia entende que não faz sentido aceitar valores baixos por porcentagens futuras, já que a estrutura global do conglomerado permite expor e valorizar os jovens dentro do próprio ecossistema antes de uma venda definitiva.
  • Modelo alternativo para excedentes: Jogadores fora do planejamento do elenco principal, como João Andrade, Dodô e Jampa, recebem um tratamento diferente. Inspirado em modelos de Palmeiras e Atlético-MG, o clube aceita liberá-los sem custos imediatos, mas retém entre 30% e 40% dos direitos econômicos para lucrar em negociações futuras. Fonte: A Tarde