Aberta, singela e, talvez, pretensiosa missiva ao professor doutor Wilson Gomes

Caro professor,
Espero encontrá-lo bem. Sou a pessoa que escreveu aquele post dizendo que deu preferência a mulheres negras, em seguida a mulheres de qualquer etnia e só depois abriu a possibilidade de ser atendida por homens, quando da escolha de profissionais de saúde para um check-up do núcleo familiar. Postei isso em meus perfis fechados – e de poucos seguidores – ainda com o aviso de que se alguém viesse falar de “racismo reverso” eu bloquearia. Usei a palavra “merda”, inclusive, para me referir a esse tal discurso. Sim, mal-educada. Num perfil fechado. Pessoal. Onde há o aviso “aqui não é trabalho”. Pois bem.
Alguém, entre meus poucos seguidores, achou boa ideia printar o meu post e fazê-lo chegar ao seu conhecimento. Às vezes, as pessoas gostam de mim e eu nem sei. Fazem o bem até de forma inconsciente, talvez. Veja, foi muito útil relembrar que “fechada” e “pessoal” é minha casa, né? E olhe lá, que pode acontecer de a gente receber, inadvertidamente, certo tipo de vivente q..

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