Instituto contabiliza ao menos 28 mortes de jornalistas neste ano

BELO HORIZONTE, MG (FOLHAPRESS) – A morte na Cisjordânia da palestino-americana Shireen Abu Akleh, 51, nesta quarta-feira (11), se somou a outros 28 óbitos registrados de jornalistas no exercício da profissão neste ano no mundo.
A contagem é do Instituto Internacional de Imprensa, organização para defesa da liberdade de expressão sediada em Viena, e da ONG Repórteres Sem Fronteiras. Em todo o ano passado, os grupos contabilizaram 45 repórteres mortos cobrindo guerras e manifestações ou em trabalhos investigativos.
O IPI destaca um aumento em ataques violentos contra a imprensa no mundo neste ano.
Veterana na profissão, Akleh trabalhava para o canal de notícias do Qatar Al Jazeera. Em uma cobertura em Jenin, cidade ao norte da Cisjordânia, vestida com um colete que a identificava como jornalista, ela foi alvo de um ataque e morreu com um tiro na cabeça. O produtor Ali Al Samudi ficou ferido no mesmo incidente e está internado.
A emissora afirma que ela foi assassinada “deliberadamen..

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