Ministério Público cobra clareza e Polícia Civil é criticada por falhas na investigação
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A investigação sobre a morte do cão comunitário Orelha e os maus-tratos ao cão Caramelo, em Florianópolis, enfrenta uma crise de credibilidade. A condução do caso pela Polícia Civil de Santa Catarina (PCSC) tornou-se o centro das atenções após o surgimento de lacunas e mudanças de versões que podem comprometer o desfecho judicial.
Diante de dúvidas não sanadas, o Ministério Público de Santa Catarina (MPSC) interveio nesta sexta-feira (6). As promotorias de Justiça da Infância e Juventude (10ª) e Criminal (2ª) solicitaram oficialmente:
- Esclarecimentos adicionais: A PCSC precisa detalhar pontos obscuros do inquérito.
- Reconstrução dos fatos: O MP exige “maior precisão” na cronologia e na dinâmica dos acontecimentos para evitar falhas processuais.
As inconsistências no relatório policial abriram brechas para a defesa dos suspeitos, que agora aponta fragilidades técnicas nas provas apresentadas até o momento.
Além do crime contra os animais, uma nova linha de investigação surge para apurar possíveis crimes de obstrução de justiça:
- Coação a testemunhas: O Ministério Público apura se familiares dos adolescentes envolvidos teriam praticado ameaças e coação contra o porteiro de um condomínio na Praia Brava.
Fonte: Bnews

