EUA e Israel Lançam Ofensiva Coordenada Contra o Irã
Mísseis atingiram áreas próximas ao palácio presidencial – Foto: Atta Kenare/AFP
Operação “Fúria Épica” atinge centros nucleares e comando em Teerã; República Islâmica inicia retaliação massiva com mísseis.
O equilíbrio geopolítico global rompeu-se na manhã deste sábado (28). Em uma ação militar sem precedentes, forças dos Estados Unidos e de Israel iniciaram um ataque coordenado de larga escala contra a República Islâmica do Irã. Explosões devastadoras foram reportadas em Teerã e em polos estratégicos como Isfahan, Qom, Karaj e Kermanshah.
O Pentágono batizou a ofensiva de Operação “Fúria Épica”. O objetivo declarado é o desmantelamento definitivo da infraestrutura nuclear iraniana e de centros de comando e controle. Relatos indicam que mísseis de precisão atingiram o complexo governamental e áreas próximas à residência do Líder Supremo, Aiatolá Ali Khamenei.
A reação iraniana foi imediata e agressiva. Minutos após as primeiras explosões, o Corpo da Guarda Revolucionária Islâmica disparou salvas de mísseis balísticos contra o território israelense e bases militares americanas no Golfo Pérsico.
- Alertas Vermelhos: Sirenes de incursão aérea foram acionadas no Catar, Bahrein e Kuwait.
- Espaço Aéreo: O Irã suspendeu todos os voos civis; o tráfego aéreo comercial no Oriente Médio entrou em colapso.
- Liderança: Enquanto o presidente Masoud Pezeshkian foi dado como seguro, o paradeiro do Aiatolá Khamenei permanece uma incógnita.
Em pronunciamento, o presidente Donald Trump justificou a ação como uma medida preventiva necessária:
O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, reforçou a mensagem, afirmando que a operação visa “libertar a região da sombra do terror nuclear” e oferecer ao povo iraniano a chance de um novo destino.
A ofensiva ocorre após o colapso das vias diplomáticas em Genebra e em um momento de fragilidade interna no Irã, que lida com uma inflação superior a 40% e protestos civis crescentes. Contudo, o alinhamento militar do Irã com potências como Rússia e China coloca o mundo em alerta máximo para o risco de uma conflagração global de proporções imprevisíveis. Fonte: A Tarde

