DestaquesEsporte

Alerta no Bahia: Éverton Ribeiro sente dores na reapresentação e vira desfalque nos treinos

Capitão do Bahia relatou dores na região lombar na reapresentação do elenco e passou a ser acompanhado pelo departamento médico. – Foto: Rafael Rodrigues/EC Bahia

O Esporte Clube Bahia completou sua primeira semana de atividades no CT Evaristo de Macedo após a pausa para a Copa do Mundo de 2026, mas o retorno aos gramados trouxe uma preocupação para a torcida. O capitão Éverton Ribeiro relatou dores lombares logo na reapresentação e virou baixa nos treinos do técnico Rogério Ceni.

De acordo com o departamento médico tricolor, o meia passou por exames que apontaram padrões de assimetria biomecânica e muscular. Com isso, ele foi afastado das atividades com bola para realizar um trabalho específico de reequilíbrio físico.

“Identificamos desequilíbrios biomecânicos e musculares, que estão sendo trabalhados com foco em movimento, flexibilidade e fortalecimento. O objetivo é recuperar a estabilidade da região e possibilitar o retorno seguro do atleta ao grupo”, explicou Eduester Lopes, gerente de prevenção e reabilitação do clube, em entrevista à TV Bahêa.

Além de Éverton Ribeiro, o departamento de saúde e performance do Esquadrão monitora outros quatro atletas. A expectativa interna é positiva para o retorno gradual da maioria deles nas próximas semanas. Confira a situação de cada um:

  • Iago Borduchi (Lateral): Está na fase de transição híbrida após lesão muscular. Já faz atividades no campo com a preparação física e deve estar à disposição em breve.
  • Luciano Juba (Meia/Lateral): Também iniciou o processo de transição, mas ainda em estágio inicial, realizando trabalhos controlados pela fisioterapia.
  • Kike Oliveira (Atacante): O uruguaio evoluiu bem após deixar o último jogo antes da pausa com dores. Exames descartaram fratura e ele já treina com maior intensidade no campo, sob supervisão.
  • Léo Vieira (Goleiro) – Caso grave: Fora da temporada. O arqueiro sofreu uma ruptura completa do tendão patelar do joelho direito, passou por cirurgia e pode ficar até um ano afastado. Segundo a coordenação médica, a evolução dentro do quadro clínico está sendo positiva, mas exige paciência.

Fonte: A Tarde