Semob solicita à Polícia Civil investigação sobre atos de vandalismo em ônibus

Fotos: Ascom/Semob

Após os atos de vandalismo registrados na última semana por ex-funcionários da antiga concessionária CSN contra 68 ônibus que integram o sistema de transporte coletivo de Salvador, a Prefeitura, através da Secretaria de Mobilidade (Semob), entregou à Secretaria de Segurança Pública (SSP) uma notícia-crime para que os suspeitos sejam investigados. O documento foi entregue na tarde da terça-feira (22), na sede da Polícia Civil, na Piedade, à delegada geral Heloísa Campos de Brito.

O objetivo é que, através da investigação dos órgãos competentes, aqueles que tiveram atuação direta na depredação dos veículos possam ser devidamente punidos. No último dia 14 de fevereiro, diversos ônibus das empresas Plataforma de OTTrans foram depredados, tiveram os pneus perfurados, além de terem sido levados dos seus motoristas e utilizados para bloquear a circulação de veículos na região do Campo Grande e das estações da Lapa e Mussurunga. 

Fotos: Ascom/Semob

No documento que foi entregue estão descritas as ações realizadas pelos manifestantes durante a manifestação, como a perfuração dos pneus e a subtração das chaves de ignição dos veículos. Também foram anexadas imagens de foto e vídeo dos atos realizados e dos prejuízos causados nos veículos, além dos nomes dos suspeitos.

“Nenhum tipo de manifestação goza do direito de vandalizar equipamentos que prestam serviço público ou trazer transtornos à rotina da cidade. Não podemos aceitar que a população de uma cidade inteira seja penalizada com a falta do transporte público por conta de transtornos causados por uma minoria”, afirmou o titular da Semob, Fabrizzio Müller.

O gestor ainda destacou a crise que aflige o transporte público em todo o país. “Estamos atravessando a maior crise já enfrentada e esse tipo de situação traz ainda mais prejuízos ao sistema. Confiamos nas apurações que serão realizadas pela Polícia Civil para que os responsáveis sejam devidamente responsabilizados por estes atos”, concluiu Müller. Secom

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