Prefeitura já distribuiu mais de 3 milhões de máscaras durante a pandemia

Entrega geralmente ocorrem em estações de transbordo e em bairros com medidas restritivas.

Em mais de um ano de pandemia de Covid-19, uma das mais simples e eficientes práticas para barrar a transmissão do novo coronavírus tem sido o uso da máscara facial. Diante disso, a distribuição em larga escala deste equipamento de proteção individual (EPI) tem sido uma das principais estratégias adotadas pela Prefeitura para conter a propagação do novo coronavírus em Salvador.

Mais de 3 milhões desses utensílios já foram entregues à população em toda cidade, geralmente, através de ações de rotina em espaços públicos que possuem grande fluxo de pessoas e em comunidades carentes.

As estações de transbordo da Lapa, Pirajá, Acesso Norte e Mussurunga, por exemplo, estão sempre inseridas nessa iniciativa de entrega das máscaras durante abordagens educativas com usuários do transporte público. A distribuição também já aconteceu nos planos inclinados e no terminal de travessia Ribeira-Plataforma.

Além disso, a estratégia conta com apoio das dez Prefeituras-Bairro existentes (Centro/Brotas, Subúrbio/Ilhas, Cajazeiras, Itapuã/Ipitanga, Cidade Baixa, Barra/Pituba, Cabula/Tancredo Neves, Pau da Lima, Liberdade/São Caetano e Valéria). Quando uma localidade passa por medidas regionalizadas de apoio e proteção à vida, o que ocorre por conta dos altos índices de casos da Covid-19 naquele lugar, equipes das unidades administrativas próximas disponibilizam equipes para fazer as doações dos equipamentos.

“As máscaras se tornaram uma das ferramentas mais eficientes de proteção contra a pandemia. Desde o início dela, em março do ano passado, a Prefeitura começou a desenvolver uma série de iniciativas para intensificar a distribuição em ruas de difícil acesso e baixadas, a fim de alcançar moradores que possuem dificuldades econômicas para adquirir esses utensílios”, explica o secretário de Articulação Comunitária e Prefeituras-Bairro, Humberto Viana.

Como usar – A transmissão do coronavírus se faz através de gotículas de saliva, de secreção da boca ou nariz que saem durante a fala, tosse ou espirro. Logo, as máscaras descartáveis, cirúrgicas (N95) e as caseiras possuem eficácia e atuam como barreiras de proteção contra as substâncias contaminadas.

O uso de máscara deve ser individual e jamais compartilhado entre amigos e familiares. O recomendado é de que a troca da proteção seja a cada duas horas, por isso é sempre bom andar com pelo menos uma reserva. Uma dica é levar uma sacola para guardar a máscara suja, quando for preciso trocá-la.

Além disso, as máscaras devem ser colocadas bem ajustadas ao rosto e com cuidado para cobrir a boca e nariz, de forma a minimizar possíveis brechas. O cidadão deve evitar tocar no utensílio quando este já estiver colocado na face. A remoção do equipamento deve ser feita pelo laço ou elástico preso às orelhas.

Na hora da lavagem, as máscaras caseiras reutilizáveis podem ser deixadas de molho por cerca de 20 minutos na água e sabão ou numa solução de hipoclorito de sódio (água sanitária), antes de serem enxaguadas. Bahia.ba – Foto: Jefferson Peixoto/Secom

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