O Assunto #41: K-pop, a onda sul-coreana que produz hits planetários e levanta o debate sobre a superexposição de seus jovens ídolos

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No episódio #41, Renata Lo Prete conversa com Rodrigo Ortega, repórter de música do G1, e Babi Dewet, uma das autoras do livro ‘K-Pop: Manual de Sobrevivência’ e apresentadora do podcast KPAPO. Ortega explica a origem desse movimento e o que a Coreia do Sul ganha ao investir no gênero musical. Babi fala do processo de seleção e preparação dos ídolos e de como o Brasil está na rota do K-pop -além de ensinar um pouco de coreano para Renata.

Em 2012 o fenômeno “Gangnam style”, do rapper sul-coreano Psy, foi a responsável pela explosão do estilo no Ocidente. O sucesso da música sul-coreana é resultado de um planejamento cultural do governo de Seul.

A indústria musical do país cresceu 17,9% em 2018. O k-pop rende mais de US$ 4,7 bilhões ao ano, liderado por empresas privadas, com ações na bolsa e tudo. Com o sucesso, a Coreia do Sul ficou conhecida no mundo por revelar artistas de K-pop como produtos em ritmo industrial.

Na semana passada, o K-pop voltou aos noticiários mas, desta vez, por conta da morte da cantora Sulli, de 25 anos. Não foi o primeiro caso de morte entre astros do gênero. As mortes acendem uma preocupação nos fãs e na indústria: o cuidado com a saúde mental e física dos jovens artistas.

No episódio #41, Renata Lo Prete conversa com Rodrigo Ortega, repórter de música do G1, e Babi Dewet, uma das autoras do livro ‘K-Pop: Manual de Sobrevivência’ e apresentadora do podcast KPAPO. Ortega explica a origem desse movimento e o que a Coreia do Sul ganha ao investir no gênero musical. Babi fala do processo de seleção e preparação dos ídolos e de como o Brasil está na rota do K-pop – além de ensinar um pouco de coreano para Renata.

O que são podcasts?

Um podcast é como se fosse um programa de rádio, mas não é: em vez de ter uma hora certa para ir ao ar, pode ser ouvido quando e onde a gente quiser. E em vez de sintonizar numa estação de rádio, a gente acha na internet. De graça.

Dá para escutar num site, numa plataforma de música ou num aplicativo só de podcast no celular, para ir ouvindo quando a gente preferir: no trânsito, lavando louça, na praia, na academia…

Os podcasts podem ser temáticos, contar uma história única, trazer debates ou simplesmente conversas sobre os mais diversos assuntos. É possível ouvir episódios avulsos ou assinar um podcast – de graça – e, assim, ser avisado sempre que um novo episódio for publicado.

G1

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