Mulher morta por companheiro cavou a própria cova, diz irmã

Irmã de Cristiane acreditava que ela estava em cárcere privado.

O homem acusado de matar a mulher, Cristiane Arena, e a enteada, Karoline Vitória, e enterrar os corpos no quintal de casa fez as vítimas cavarem as próprias covas, de acordo com uma familiar das vítimas, em entrevista ao Cidade Alerta, na Record TV.

Segundo a irmã de Cristiane, antes do desaparecimento, vizinhos viram Cristiane trabalhando para retirar terra do quintal. “A minha irmã cavou a própria sepultura. À meia-noite, a minha irmã cavou a sepultura dela, arrancou toda a terra, jogou tudo lá pra frente. Bateu massa, concreto, nesse dia. No outro dia, a minha irmã não bateu massa. Quem bateu massa pra ajudar a preencher o buraco foi a filha”, contou.

Ainda de acordo com ela, vizinhos chegaram a alertar o pai sobre o sumiço das duas e que só estavam vendo o marido e a outra filha de Cristiane, a adolescente de 16 anos, suspeita de ter tido um caso amoroso com o padrasto. “Pra nós ela estava presa dentro de casa”, afirmou a irmã da vítima. A suspeita inicial era de cárcere privado. 

Cristiane, de 34 anos, e Karoline, de apenas nove anos, eram dadas como desaparecidas desde novembro e seus corpos foram encontrados em avançado estado de decomposição, no quintal da família. O caso ocorreu na cidade de Pompeia, no interior de São Paulo.

A mãe foi morta a golpes de faca e a menina, com uma pancada na cabeça. Cristiane foi encontrada enterrada debaixo de um concreto. Foi preciso usar uma máquina retroescavadeira para localizar o corpo. Horas depois, a polícia encontrou o corpo da criança, em um cova de 1,5 metro de profundidade. Varela

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