Mercedes retira recurso contra título de Verstappen ns F1

Foto: Giuseppe Cacace | AFP

A decisão vem após abertura de investigação sobre os polêmicos acontecimentos no final do GP de de Abu Dhabi.

A Mercedes retirou o recurso contra a negativa dos comissários do Grande Prêmio de Abu Dhabi de Fórmula 1 de analisar seu protesto pela forma como o holandês Max Verstappen, da Red Bull venceu a última prova do ano ao ultrapassar no final o então líder da corrida, britânico Lewis Hamilton, conquistando assim o título mundial da categoria. 

A decisão vem após o anúncio feito na quarta-feira, 15, pela Federação Internacional de Automobilismo (FIA) da abertura de uma investigação sobre os polêmicos acontecimentos ocorridos no final do GP disputado no circuito de Yas Marina. 

“A equipe da Mercedes vai colaborar ativamente com esta comissão (…) e retiramos nosso recurso”, divulgou a equipe alemã. 

Assim, o holandês Max Verstappen mantém o título de campeão mundial que será oficialmente concedido na noite desta quinta-feira, durante uma cerimônia da FIA em Paris. 

O recurso retirado pela Mercedes referia-se a uma das duas reclamações que a equipe havia apresentado imediatamente após a corrida vencida por Verstappen, que terminou à frente de Hamilton graças a uma decisão polêmica do diretor da prova. 

A vitória no GP de domingo, que começou com os dois pilotos empatados em número de pontos, parecia estar nas mãos do heptacampeão mundial britânico até o acidente de Nicholas Latifi a seis voltas da fim. 

Durante o tempo necessário para retirar da pista a Williams do canadense, o safety car foi acionado e as posições dos participantes foram mantidas. 

A equipe alemã protestou contra o retorno do safety car para o pit lane na penúltima volta, contrariando o Regulamento Esportivo da categoria, que determina que isso deve ser feito na volta seguinte ao realinhamento dos carros.

De acordo com o regulamento da F1 que a Mercedes citou, o reinício da corrida teria ocorrido uma volta antes do que deveria, antes da 58ª e última volta. 

Ao citar o regulamento, a montadora alemã defendia que GP deveria terminar com os carros seguindo o safety car, sem possibilidade de ultrapassagem, o que daria à vitória na prova e, consequentemente, o título mundial a Hamilton. 

Na sua decisão de rejeitar esta reclamação, os comissários de corrida consideraram que “embora o artigo (em questão) possa não ter sido totalmente aplicado”, o artigo seguinte do regulamento “prevaleceu”, estabelecendo que a mensagem “o safety car regressa ao final dessa volta “aplica-se imediatamente quando é enviado pela direção da corrida. A Tarde

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