General Heleno diz que acordo com União Europeia significará ‘renascer econômico do Brasil’

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O acordo anunciado no G20 tem que passar pela aprovação do parlamento dos países envolvidos para entrar em vigor.

Presente ao ato deste domingo (30) em defesa do ministro Sergio Moro (Justiça), o ministro Augusto Heleno (Gabinete de Segurança Institucional) afirmou que o acordo de livre-comércio entre o Mercosul e a União Europeia, anunciado na reunião do G20, no Japão, representará o “renascer econômico do Brasil”.
“Hoje é um dia histórico para esse país. Acabamos de chegar, o presidente e sua comitiva, da reunião do G20. Mais uma uma vez a visão dos esquerdopatas e dos derrotistas fracassou. (…) Isso [o acordo] significa o renascer econômico do Brasil”, afirmou o general, que estava de camisa amarela, boné e óculos escuros.
Também neste domingo, o presidente Jair Bolsonaro disse esperar que o Congresso brasileiro seja o primeiro a ratificar a medida.
Durante a viagem ao Japão, Heleno chegou a mandar procurarem “sua turma” líderes europeus –como o presidente francês, Emmanuel Macron, e a chanceler alemã, Angela Merkel– que questionaram posicionamentos do Brasil na área ambiental.
Bastante exaltado pelo público presente no protesto deste domingo, Heleno também falou sobre a reforma da Previdência e fez um apelo aos congressistas que, em suas palavras, não se vendem por cargos e estatais.
“Vim aqui falar, apelar aos nossos brilhantes parlamentares, aqueles que têm a pátria acima de tudo, aqueles que não têm ideais de troca-troca, de ganhar cargos, de ganhar estatais. Parem para pensar, esqueçam ideologia, esqueçam partidos políticos, e votem na reforma da Previdência. Aprovem essa reforma e essa nova previdência com o menor desgaste possível”, discursou o ministro, em cima de um carro de som.
“O início desse novo horizonte do Brasil, os nossos congressistas são diretamente responsáveis. (…) O Brasil precisa deles e eles precisam de vocês.”
Dois dos principais políticos atacados no ato deste domingo foram os presidentes da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP). Vários cartazes e em vários discursos pediam a saída dos dois dos cargos. Folhapres

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