Após rastreamento de celulares roubados, homens que fingiam ser surfistas para assaltar ônibus são presos em Salvador

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Prancha que era usada nos crimes foi apreendida com os suspeitos, que também são investigados por trafico de drogas no bairro de Itapuã.

Cinco homens suspeitos de tráfico de drogas e assaltos a ônibus foram presos em flagrante na manhã desta quarta-feira (18), no bairro de Itapuã, em Salvador, após a polícia rastrear os sinais dos GPS’s de alguns celulares roubados em coletivos da capital baiana.

De acordo com a polícia, os suspeitos figiam ser surfistas para conseguir entrar nos coletivos sem levantar suspeitas, para poder assaltar os passageiros. Uma prancha de surf usada nos crimes foi apreendida. Conforme a polícia, a prancha foi identificada em várias imagens de câmeras de segurança de ônibus assaltos na região da orla da capital baiana.

Os suspeitos, identificados pela polícia como Marcone Cléber Lima, de 35 anos, Carlos Alessandro Rebouças, de 23, Marcelo Santos Souza, de 23, Danilo Santos de Jesus, de 25, e Valdeílson Santos Silva, de 24, foram localizados em um imóvel, na comunidade da Baixa da Soronha. Segundo a polícia, além de servir como ponto de venda de drogas, o local também era usado para receptar os objetos roubados durante os assaltos.

Com os homens, além da prancha, conforme a polícia, foram encontrados quatro celulares roubados, dois radiocomunicadores, uma quantidade de munição, um carregador de pistola, algumas balanças de precisão, além de grande quantidade de maconha, crack e cocaína.

Segundo a polícia, o ponto de tráfico era gerenciado por Marcone, que é apontado como braço direito do traficante Denis Dias Gomes, conhecido como Mantena, que está foragido. Marcone e os outros quatro suspeitos foram autuados em flagrante por tráfico de drogas e associação para o tráfico, por conta das drogas encontradas com eles.

Os assaltos cometidos pelo grupo estão sob investigação. Os homens foram apresentados à imprensa nesta quarta, durante coletiva, e, em seguida, foram levados para o Núcleo de Prisão em Flagrante da Justiça (NPFJ), para audiência de custódia. A polícia não informou o resultado da audiência. G1

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