Allan do Carmo vence Travessia Itaparica-Salvador

Além de Allan, completaram o pódio no masculino o venezuelano Ronaldo Zambrano (Yacht), Ricardo Castro (Arena Aquática), Raul Lessa (AAB/CTRA) e Jardiel Luquine (Yacht).

Na primeira edição da travessia Itaparica-Salvador – novo nome dado à tradicional Mar Grande-Salvador – o campeão foi um velho conhecedor do percurso: Allan do Carmo (Yacht Clube da Bahia), que conquistou seu sétimo título da prova no masculino. Neste sábado (19), Arícia Pérée (AAB/CTRA) inaugurou uma nova era para o evento e, na sua estreia, venceu a prova feminina, no mesmo dia em que completou 19 anos.

Além de Allan, completaram o pódio no masculino, respectivamente, o venezuelano Ronaldo Zambrano (Yacht), Ricardo Castro (Arena Aquática), Raul Lessa (AAB/CTRA) e Jardiel Luquine (Yacht).

No feminino, após Arícia, chegaram Clautine Tekes (Yacht), Ana Clara Guerra (Acquacenter), Rebeca Silva (Atitude Fitness) e Sinara Pazos (Yacht).

Todos os atletas que subiram ao pódio ganharam do Yacht Clube da Bahia, parceiro da Federação Baiana de Desportos Aquáticos (FDBA), uma premiação financeira.

Outro nadador a receber um cheque em dinheiro foi Alexandre Reis. Ele foi o último atleta a chegar no tempo limite da prova, de 4h, ao fazer o percurso atravessando a Baía de Todos-os-Santos em 3:59:55.

Iniciada em 1955, a prova aconteceu pela primeira vez com o novo nome, e teve uma série de protocolos de segurança sanitária, visando o bem-estar dos atletas e colaboradores. Para conter a disseminação da Covid-19, e respeitar os decretos determinados pelo poder público, foram apenas 84 nadadores inscritos.

Além disso, não foi permitida a presença de público. Todos os atletas tiveram que usar máscaras enquanto não estavam na água. A FBDA também promoveu uma rígida anamnese a todos os nadadores. O local de chegada, tradicionalmente na Praia do Porto da Barra, passou a ser excepcionalmente neste ano no próprio Yacht Clube, para que não houvesse aglomeração na praia.

Para o ano que vem, a travessia terá uma novidade: pela primeira vez em sua história, terá um caráter internacional. A prova, que já é uma das mais tradicionais do mundo, ganhará ainda mais força no calendário mundial. Varela

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