Geddel diz que não cogita fazer delação premiada

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Ex-ministro Geddel Vieira Lima (PMDB) chamou neste sábado (24) de “ridícula” a possibilidade de fazer uma delação premiada caso seja indiciado pela Polícia Federal (PMDB).

Conforme publicado no blog da comentarista Andrea Sadi, o ex-ministro da Casa Civil negou que ainda tenha alguma influência no governo de Michel Temer (PMDB).

As afirmações foram feitas após alguns peemedebistas questionarem se poderia aderir à delação para evitar eventual prisão diante do avanço das investigações sobre ele e das revelações feitas pelo doleiro Lúcio Funaro, que estimou em aproximadamente R$ 20 milhões uma propina paga a Geddel de recursos oriundos de operações de crédito da Caixa Econômica Federal.

Na época, o peemedebista era vice-presidente de Pessoa Jurídica da Caixa. “Delação de que, meu Deus? Isso é ridículo.

Estou quieto no meu canto.

Não falo com Temer faz três meses e não tenho influência no governo. Delação não está na minha pauta. Estou cuidando dos meus filhos”, disse Geddel à jornalista.

Indicação política- O ex-ministro entrou em contato com o blog após a reportagem pedir ao irmão dele, o deputado Lucio Vieira Lima (PMDB-BA), posicionamento sobre uma nomeação para um cargo na Secretaria do Patrimônio da União (SPU) na Bahia.

A indicação teria sido feita pelos dois. Lúcio Vieira Lima confirmou a indicação de Ricardo Saback para o posto, que aconteceu há cerca de um mês e foi avalizada por Temer, mas rebateu a participação do irmão. “Eu tenho luz própria, sou o deputado mais votado na Bahia.

Quem tem voto na Câmara sou eu, Geddel está aposentado da política”, disse.

Bahia.Ba

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