Apesar do grande interesse, Brasil não se pode dar ao luxo de comprar sistemas Pantsir-S1

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As restrições orçamentárias impedem que o Brasil celebre um acordo para importação dos sistemas russos Pantsir-S1, afirmou o novo embaixador brasileiro na Rússia, Antonio Salgado, em uma entrevista à Sputnik.

As negociações sobre o fornecimento dos sistemas de defesa antiaérea Pantsir-S1 russos para o Brasil começaram ainda no ano de 2013, porém, devido à complexa situação política no país, a celebração do contrato foi várias vezes adiada.

De acordo com o diplomata, o Brasil conhece bem os armamentos russos, que recebem elogios por parte dos militares brasileiros.

“Eles falam bastante bem sobre o sistema Pantsir do ponto de vista tecnológico. Entretanto, as condições orçamentárias atuais impedem neste momento a concretização do negócio”, afirmou o embaixador brasileiro.

“Mas eu ressalto que o campo da defesa é um campo muito promissor no desenvolvimento das relações do Brasil com a Rússia. […] As negociações já decorrem há algum tempo, mas quanto a planos de crédito ou linhas de crédito, disso eu não tenho conhecimento”, adiantou.

A operação do Pantsir-S1, desde a busca de alvos até à sua destruição, se realiza com um mínimo de cálculos e com curto tempo de resposta. Ao mesmo tempo, o equipamento pode usar seus canhões e mísseis, mesmo em movimento, contra todos os tipos de alvos, tanto tripulados como não tripulados.

Devido ao sistema adaptativo de controle de mísseis por radar-ótico multifeixe, o Pantsir-S1 tem elevada proteção contra interferências e grande capacidade de sobrevivência em condições de supressão eletrônica e de fogo. Ele foi criado de forma modular e pode ser instalado sobre diferentes chassis, com rodas ou lagartas, bem como em plataformas estacionárias. Sputnik

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