Apenas 38% das gestantes tomaram a vacina tríplice bacteriana em 2017

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Dados do Ministério da Saúde registraram que em 2017, apenas 38% das gestantes tomaram a vacina tríplice bacteriana, que age contra a difteria, tétano e coqueluche.

No mesmo ano, não mais do que 79% das grávidas se resguardaram contra a gripe.  Gestantes e crianças com até cinco anos correspondem a 11% das mortes decorrentes de gripe.

Nos primeiros 6 meses de vida, o recém-nascido corre um risco 40% maior de ser internado por causa da doença do que crianças de seis meses a um ano de vida. Sobre coqueluche, dos 2.955 casos reportados no Brasil em 2015, 63% dos pacientes correspondiam a menores de um ano.

Das 35 mortes, 30 delas eram bebês com idade menor que três meses.

A maioria desses casos poderia ter sido evitada se a vacinação de gestantes se desse de forma adequada. Ao se vacinar, além de se proteger, a mulher repassa os anticorpos que desenvolveu para o filho através da placenta e depois por meio do leite materno.

De acordo com o site da revista Saúde, as vacinas que devem ser tomadas pelas mulheres grávidas, em resumo devem ser: influenza (gripe), hepatite B, dupla bacteriana do tipo adulto (a dT, contra a difteria e tétano), e a tríplice bacteriana acelular do tipo adulto (a dTpa, contra a difteria, tétano e coqueluche).

Todas essas imunizações estão disponíveis tanto na rede pública quanto na provada e são feitas a partir de agentes infecciosos inativos.

G1 Notícias

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